Pular para o conteúdo principal

Assessor de imprensa é jornalista, destaca Fenaj


Campanha promovida pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), em parceria com sindicatos, objetiva fazer com que o assessor de imprensa tenha direito à jornada especial de trabalho, como o jornalista de redação. Nada de incentivar a rivalidade entre profissionais atuantes em redações e aqueles que trabalham em agências de comunicação. Desde julho, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e sindicatos estão divulgando a campanha Assessor de imprensa é jornalista. A ideia é reforçar, com base em pontos das leis trabalhistas, que funcionários de AI têm direito a jornada especial de trabalho, de cinco horas diárias.
Em texto divulgado em seu site oficial, a Fenaj afirma que o direito não tem sido utilizado por muita gente que trabalha na área de assessoria. A entidade cita o artigo 303 da Consolidação da Leis Trabalhistas (CLT) e outros pontos constitucionais. “Mas essas regras não são cumpridas em muitos locais que empregam jornalistas na função de assessores de imprensa/comunicação”, reclama. A instituição jornalística admite que “ausência de menção expressa à assessoria como função da categoria” é um dos problemas.
Para defender de uma vez por todas que “assessor de imprensa é jornalista”, a Fenaj se pauta pelo artigo 2º do decreto 83.284 de 1979. Para a entidade, o conteúdo deixa claro que o trabalho exercido por um profissional inserido em agência de comunicação é jornalístico, com a atividade de produzir – e divulgar – releases para o público externo. “Entidade pública ou privada não jornalística sob cuja responsabilidade se editar publicação destinada à circulação externa está obrigada ao cumprimento deste decreto, relativamente, aos jornalistas que contratar”, pontua o órgão sindical.

Fonte: Comunique-se

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

É preciso coragem para reconhecer os erros

A coragem é fundamental para praticamente tudo nesta vida e a covardia não se aplica apenas a quem não tem coragem. Precisamos ter coragem para enfrentar os obstáculos que surgem ao longo da nossa caminhada, principalmente para vencermos o medo, que sempre prejudica as nossas ações e atitudes. É preciso ter coragem, sobretudo, para admitir que, em algumas situações, somos covardes. A coragem é essencial para o enfrentamento de situações consideradas desafiadoras, mas não significa necessariamente que sejamos obrigados a nos expor aos riscos em nome da coragem. Normalmente é a coragem que predomina entre os considerados heróis, mas não torna menos corajoso quem não decide enfrentar desafios. Um dos maiores desafios é a pessoa admitir suas fraquezas, suas deficiências. Mas, é preciso muita coragem para fazê-lo. Sejamos corajosos para admitir que somos falíveis e tenhamos coragem para sermos humildes e aprendermos a pedir perdão. Isso deixa-nos ainda mais fortalecidos. Reflitamos ...

Aprendendo com as diferenças

Nós jamais seremos diferentes se não estivermos dispostos a aprender com as diferenças. No mundo do trabalho existem profissionais que são amadores, e amadores que são profissionais. Para que sejamos profissionais de referência no mundo do trabalho precisamos investir em nós mesmos, tendo em vista que tudo evolui, se modifica e se atualiza, e se nós também não evoluirmos e nos atualizarmos certamente ficaremos estagnados. Ser um profissional de referência no mundo do trabalho é uma questão de escolha. Aliás, uma escolha que exige comprometimento, atitude, ética, dedicação e humildade. Além disso, essa escolha precisa estar alicerçada no compromisso com a atualização, com a inovação, com a aprendizagem e com o saber compartilhar conhecimentos. Por Chagas Pereira

O exemplo como referência

Crescer em conhecimento e saber comunicar-se se é essencial para qualquer pessoa, sob todos os aspectos. O conhecimento permite que avancemos como pessoas, como profissionais e como cristãos, sendo fundamental que também saibamos compartilhar o conhecimento com outras pessoas. De nada adianta sermos ‘poços de conhecimento’ se não soubermos transmitir esse conhecimento aos outros. Falar é importante, mas tenhamos a certeza de que ser referência pelo exemplo é uma linguagem muito mais eloquente. São as nossas atitudes que norteiam as nossas vidas e evidenciam o que realmente somos. De nada adianta pregar uma coisa e viver outra completamente diferente porque isso significa descrédito, falta de personalidade, falta de caráter e hipocrisia. Ser referência por meio do exemplo atesta que somos diferentes. Mas não basta ser apenas diferentes, é preciso fazer a diferença. Nós somos referências inspiradoras para outras pessoas?